Pular para o conteúdo principal

Postagens

Missão de exploração espacial mais longeva, Voyager completa 40 anos

Sonda Voyager

SALVADOR NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A mais longeva e audaciosa missão de exploração da era espacial completa neste domingo 40 anos. Em 20 de agosto de 1977, partia de Cabo Canaveral, na Flórida, a primeira das duas sondas gêmeas Voyager. Ambas seguem em operação, muito além dos planetas conhecidos do Sistema Solar, sondando a região que separa o domínio do Sol do espaço interestelar.

Cada uma das duas tem em seu currículo feitos impressionantes. A Voyager 1 tornou-se o objeto mais distante a ser enviado pela humanidade ao espaço e a primeira a deixar a chamada heliosfera, a imensa bolha delineada pela influência magnética do Sol.

Já a Voyager 2 foi a única espaçonave até hoje a visitar quatro planetas: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os últimos dois, por sinal, até hoje só foram explorados por ela.

Em 1977, contudo, esse sucesso era tudo menos garantido.

"Bem, quando a missão Voyager foi lançada, a era espacial só tinha 20 anos, então realmente não havia b…
Postagens recentes

'O homem mais rico da história', de quem você talvez nunca tenha ouvido falar

De acordo com seu biógrafo, Jakob Fugger tinha uma fortuna superior a US$ 400 bilhões (GETTY IMAGES)

Se estivesse vivo hoje, Jakob Fugger (1459-1525) seria, calcula-se, mais rico que Bill Gates, Warren Buffet, Carlos Slim e Mark Zuckerberg juntos.

O banqueiro alemão - apelidado de "O rico" - chegou a acumular, ao longo da vida, uma fortuna equivalente ao que hoje seriam US$ 400 bilhões (R$ 1,2 trilhão), segundo o biógrafo Greg Steinmetz.

Ex-editor do Wall Street Journal, Steinmetz considera Fugger o homem mais rico da história, e foi esse o título que deu ao livro que escreveu sobre o banqueiro em 2015.

Embora muitas pessoas levantem ressalvas à comparação da riqueza em diferentes períodos históricos, de uma coisa Steinmetz se diz seguro: "Jakob Fugger foi sem dúvida o mais poderoso banqueiro de todos os tempos", disse ele à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol.


Capa do livro "O homem mais rico que já existiu", em tradução livre (SIMON & SCHUSTER)

O desconhecido 'Leonardo Da Vinci' inglês que era detestado por Isaac Newton

A parte inferior à direita diz: "Robert Hooke 1635-1703 nascido na ilha de Wight. Um dos homens mais engenhosos que já existiu".

Os escritores da sua época o chamavam de "desprezível", "desconfiado" e "ciumento". E Isaac Newton, o grande matemático, astrônomo e físico, o detestava tanto que após sua morte mandou queimar o único retrato que existia dele.

Apesar disso, vários historiadores do século XXI o chamam de "Leonardo (da Vinci) inglês".

Sem dúvida, Robert Hooke (1635-1703) é um homem difícil de definir.

É possível ter uma ideia de como era sua fisionomia pelo retrato feito pela pintora de história Rita Greer, em 2012, a partir de descrições escritas de Hooke.

Margeando o quadro, há nada menos que 13 especialidades, de astrônomo a arquiteto, de físico a fisiologista.

Mas talvez seja preciso destacar algumas de suas conquistas e frustrações para tentar entender a razão pela qual Hooke foi qualificado de maneiras tão discordantes.

Esta tecnologia de criptografia pode proteger a privacidade do seu DNA

Seu DNA é uma das informações mais íntimas que existem – codificada nas informações sobre sua saúde, personalidade, histórico familiar. Não é difícil imaginar o como detalhes tão sensíveis podem se tornar prejudiciais se caírem nas mãos erradas. Além disso, as práticas de privacidade realizadas pelas pessoas e programas que lidam com essa informação não são ideais.

Pesquisadores de Stanford, no entanto, dizem que podem ter descoberto uma maneira de consertar protocolos atrasados de privacidade que colocam as informações de qualquer pessoa que já fez um teste de DNA em risco. Em um estudo publicado na última semana na revista Science, pesquisadores afirmam ter desenvolvido uma técnica de “cloaking do DNA” que permite estudar o genoma humano e a presença de genes associados a doenças, sem revelar as informações genéticas que não estão diretamente associadas com os dados que estão sendo buscados.

Segundo os cientistas, eles esperam diminuir as preocupações com possíveis violações de pri…

Somos um Holograma?

Tema: Somos um Holograma?

Data: 04/10/2016
Palestrante: Prof. Pedro Vieira
Instituição: ICTP South American Institute for Fundamental Research - ICTP/SAIFR, IFT/UNESP - Perimeter Institute for Theoretical Physics, Ontario, Canada.

Resumo:
O tempo e o espaço parecem fluidos, suaves e contínuos. Isso é verdade ou será apenas uma ilusão? Ninguém sabe, mas podemos especular. Uma possibilidade bem radical estudada por vários físicos é que nosso Universo, percebido como uma realidade tridimensional, é na verdade um holograma.



FONTE: Ciencia19h IFSC/USP

EUA terão eclipse total do Sol na segunda; no Brasil, fenômeno será parcial

POR SALVADOR NOGUEIRA

Um furor tomará conta da internet conforme a Lua transitar à frente do Sol na tarde da próxima segunda-feira (21). Nos EUA, onde o eclipse solar será total, espera-se, além de repercussão nas redes sociais, tráfego intenso de veículos e congestionamento dos sistemas de telefonia celular. E pesquisadores brasileiros estarão por lá, para fazer ciência.

Um destaque vai para a equipe do Projeto Kuaray, conduzido em parceria pela Universidade de Brasília com o Clube de Astronomia de Brasília.

Graças a um acordo de cooperação com a Universidade Estadual de Montana, nos EUA, e uma verba da Nasa, eles vão lançar um balão à estratosfera e filmar, em 360 graus e em alta resolução, o momento do eclipse. Kuaray é Sol em tupi-guarani.

“É uma grande oportunidade estarmos em um dos 55 balões que voarão com apoio da Nasa para observar o eclipse”, diz Renato Borges, professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UnB.

O pessoal da UnB desenvolveu a plataforma para o voo, enq…

Cientistas podem ter resolvido importante mistério sobre as anãs marrons

Seriam elas estrelas? Seriam planetas perdidos? Anãs marrons, as esferas escuras e errantes de galáxia são alguns dos objetos mais curiosos do espaço. Elas são maiores do que Júpiter, mas menores do que as estrelas, brilham por conta própria e, bem, são realmente estranhas. Uma nova análise parece explicar pelo menos alguns dos seus mistérios.

Uma equipe internacional de pesquisadores verificou os dados de telescópio para tentar entender o misterioso comportamento das emissões de luz das anãs marrons. Depois de assistir uma grande amostra de anãs marrons frias por um ano e meio, que equivale a cerca de mil rotações, eles chegaram no que poderia ser uma conclusão surpreendente: o modelo melhor adaptado para seus dados acabou sendo algo que se parecia muito com o planeta Netuno. Isso poderia ter implicações importantes não só para o estudo de anãs marrons, mas para a compreensão dos exoplanetas em geral.

“Nossos resultados sugerem que os candidatos de exoplanetas gigantes gasosos de gr…