Pular para o conteúdo principal

Postagens

Missão Juno acaba de lançar sua primeira grande leva de resultados científicos sobre Júpiter

O voo da Juno tem sido tão dramático quanto um thriller de ficção científica consegue ser. Em outubro passado, o sistema do motor da sonda teve um mau funcionamento, fazendo com que a NASA atrasasse a abordagem planejada do satélite em uma “órbita da ciência” de 14 dias. Em fevereiro deste ano, a agência decidiu abrir mão da queima do motor da órbita da ciência completamente, mantendo a espaçonave em sua órbita muito mais longa, de 53,5 dias. Mas, nesta quinta-feira (25), finalmente começamos a receber boas notícias.

A NASA está lançando os primeiros resultados científicos da Juno, em uma leva de aproximadamente 50 estudos publicados nos periódicos Science e Geophysical Research Letters, nesta quinta. O plano da missão de estudar o máximo possível Júpiter conseguiu trazer surpresas onde elas foram alcançáveis. Seja o campo gravitacional, as auroras ou apenas as temperaturas do gigante de gás, o planeta é muito mais estranho do que pensávamos.


Polo sul: a estrutura da nuvem polar em J…
Postagens recentes

A Abdução de Luli Oswald

Luli Oswald

Luli Oswald é o nome artístico da pianista de renome internacional e abduzida Margarida Henriqueta Marquesini que enquanto casada se chamou Margarida Henriqueta Marquesini Teixeira de Freitas. Aos dois anos e meio de idade começou a tocar piano e aos três já tocava bem. Teve 7 filhos e faleceu de infarto agudo do miocárdio em Saquarema/RJ em 2 de janeiro de 2005.

Consta nas páginas 222 e 223 do livro “Rubinstein – A life”, de Harvey Sacs, que foi filha do romance proibido do famoso pianista plebeu judeu polonês Arthur Rubinstein (1887-1982) com a nobre italiana Paola Medici (loira?), princesa de Viggiano, e que foi entregue recém nascida provavelmente em 1924 ao amigo do pai, o maestro e compositor brasileiro Henrique Oswald (1852-1931), biografado nas principais enciclopédias brasileiras, o que não ocorreu até agora em relação à Luli.

Museus da Imagem e do Som e o Arquivo Público do Estado de São Paulo também não têm documentação sobre ela. Espera-se que a Wikipédia bre…

Arquivo | Relatos extraterrestres – Vitória (ES)

C95 Bandeirante semelhante ao envolvido no caso

Em dezembro de 1977, um objeto voador não identificado foi observado por várias pessoas em Vitória, no Espírito Santo – um piloto de aeronave militar, um controlador de voo e mais sete funcionários. O relato elaborado pelo piloto e enviado aos seus superiores na Base Aérea de Salvador apresenta informações impressionantes sobre o objeto.

Nas imagens, as cinco páginas do documento, de 23 de dezembro de 1977. Fundo Objeto Voador Não Identificado.






BR_DFANBSB_ARX_170_p0001_0005

Para consultar o acervo do Arquivo Nacional, acesse: http://www.arquivonacional.gov.br/index.php/consulta-ao-acervo/sian-sistema-de-informacoes.html


FONTE: ARQUIVO NACIONAL

O mais misterioso dos planetas do TRAPPIST-1 finalmente revela alguns segredos

Agora que o TRAPPIST-1 é o sistema estelar mais badalado da galáxia, astrônomos e nerds estão clamando para que saibamos mais sobre ele. O que sabemos é que o sistema de sete planetas contém três deles na zona habitável, o que significa que eles hipoteticamente poderiam ter água no estado líquido e até mesmo vida. Também sabemos que os planetas do TRAPPIST-1 orbitam em torno de sua estrela anã ultragelada muito próximos, o que poderia ser bom ou ruim na busca por vida, dependendo de para quem você pergunte. E, agora, nós sabemos também um pouco mais sobre o planeta mais distante do bando.

Um novo estudo publicado nesta segunda-feira (22), na Nature Astronomy, confirma a órbita do planeta TRAPPIST-1h. Usando dados da sonda Kepler, da NASA, uma equipe de pesquisadores conseguiu verificar a frequência previsível com que os seis planetas mais próximos do centro orbitam sua estrela, um padrão chamado de ressonância. Os puxões gravitacionais dos planetas uns nos outros mantêm o sistema int…

Estas impressionantes simulações de galáxia parecem obras de arte

Todo mundo sabe que a cura para o tédio existencial é ouvir música, tomar sorvete e ver fotos do espaço. Embora nós não possamos fornecer o sorvete e nem a trilha sonora, podemos oferecer algumas simulações de galáxia realmente sublimes, que certamente vão preencher o seu vazio interno, durante um tempinho pelo menos.

Um estudo apresentado na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society desse mês inclui 30 simulações em alta-resolução da formação de galáxias em disco, como a nossa Via Láctea, destacando fenômenos como o crescimento de buracos negros, o nascimento de novas estrelas, explosões supernova e mais. As imensas simulações levaram meses para serem criadas, conforme os pesquisadores rodaram seu código de modelos físicos de dinâmica das galáxias usando supercomputadores alemães como o Hornet e SuperMUC.

“Astrônomos agora vão conseguir usar o nosso trabalho para acessar uma imensidão de informações como as propriedades das galáxias satélite e estrelas muito antigas encontra…

Como a glaciação pode explicar por que as baleias são tão enormes

As baleias (subordem mysticeti) são aspiradores do mar. A baleia azul, que é uma das 12 espécies da subordem, é o maior animal do mundo, ou o maior aspirador dos mares. Ela alimenta seu corpo de 200 toneladas comendo pequenos crustáceos chamados krill, que são filtrados por meio de suas cerdas bucais. Novas pesquisas sugerem que, há milhões de anos, o sistema de filtragem dessas baleias — e uma quantidade ridícula de krill — permitiu que esses animais se transformassem em gigantes.

Um estudo que será publicado nesta quinta-feira, na Proceedings of the Royal Society B, investigou o que pode ser uma evolução relativamente recente do gigantismo em baleias. Um time de cientistas do mundo todo juntou informações de fósseis de crânios de 63 baleias extintas do National Museum of Natural History, em Washington. Alguns desses fósseis de baleia que o time estudou têm até 30 milhões de anos de idade, de acordo com o museu. Em suas análises, os pesquisadores descobriram que baleias gigantes, qu…

Este objeto planetário parece muito uma rosquinha

Por: Rae Paoletta

Planetas meio que parecem grandes bolas de basquete no espaço, flutuando por aí sem objetivo. Às vezes eles têm anéis, outras vezes eles parecem gnocchi. Em média, para a maioria do observador comum, os planetas têm o mesmo formato, mas um par de cientistas acabou de mostrar a surpresa mais deliciosa. Aparentemente, planetas em formato de rosquinha também existem.

Tecnicamente, esses objetos são chamados de “sinéstia”, uma junção de “syn” (“junto”) e “Hestia”, a deusa grega da arquitetura. Em um novo trabalho publicado no Journal of Geophysical Research, os cientistas planetários Simon Lock, da Universidade de Harvard, e Sarah Stewart, da UC Davis, defenderam que a Terra pode ter sido uma sinéstia em sua infância. Esses objetos com formato de donut podem até mesmo explicar a formação de outros planetas rochosos como Marte, Vênus e muitos outros fora de nosso sistema solar.


Imagem: Simon Lock, Harvard University

Para aprender mais sobre essas rosquinhas malucas, pesq…